
segunda-feira, 28 de maio de 2007
segunda-feira, 14 de maio de 2007
CGRH/FUNASA decide que auxílio pré escolar é devido a empregado público
Tribunal de Contas da União aponta falhas no Combate a Dengue
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| Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aponta uma série de falhas operacionais e institucionais no funcionamento do Programa Nacional de Controle da Dengue em diversos estados brasileiros, entre os quais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí e Tocantins. Os auditores identificaram fragilidades na manutenção dos sistemas informatizados e problemas na comunicação e troca de informações entre os níveis de governo. As falhas mais graves na execução das ações estão em Campo Grande, onde já foram registrados mais de 40 mil casos da doença. Desde 2005, esses estados já receberam R$ 30 milhões para ações de controle da doença. Agora o TCU deseja saber se o dinheiro foi bem aplicado. O dinheiro serve para o financiamento de campanhas educativas, capacitação de profissionais de estados e municípios, transporte de inseticidas, cooperação técnica internacional, entre outros. Segundo o Ministério, no entanto, desde o ano 2000, a maior parte das ações de combate à dengue passou a ser responsabilidade dos municípios. Ao Ministério cabe repassar mensalmente recursos do Fundo Nacional de Saúde aos governos locais, os quais deverão executar ações de prevenção e controle da doença. Até o fechamento da matéria, o órgão federal não informou o quanto já foi repassado aos governos estaduais e prefeituras este ano. O crescimento de infestações no Brasil não só prejudica a saúde e o bem-estar da população, como causa sérios prejuízos econômicos ao país. Para se ter uma idéia do volume de despesas geradas pela doença, calcula-se que só o município de Campo Grande, onde os problemas encontrados são os mais graves, gastou cerca de R$ 10 milhões com o tratamento dos pacientes infectados com o vírus da dengue nos últimos anos. Estimativas do TCU, feitas com base em dados do Sistema de Vigilância em Saúde, indica que cada grupo de 100 mil pacientes de dengue, representa um custo médio de R$ 24,87 milhões para os cofres públicos. Além dos problemas encontrados na gestão das ações por parte dos governos estadual e municipal, o TCU apontou falhas na fiscalização exercida pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério. De acordo com os auditores do tribunal, a Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue não vem desempenhando sua competência fiscalizadora de forma efetiva. “Os relatórios sobre índices de infestação pelo mosquito da dengue em municípios brasileiros, que acusam risco de surto, não produzem ações contingenciais na intensidade e urgência que seriam recomendáveis”, diz o documento. Quanto aos sistemas de informação que registram os agravos de notificação da doença e o índice de infestação predial pelo mosquito transmissor da dengue, o relatório do TCU os considera tecnologicamente defasados, sobretudo pelo fato de ainda não utilizarem a plataforma web. Campanhas sem efeito A auditoria apontou ainda problemas nas campanhas educativas de prevenção da doença, coordenadas pelo governo federal. Segundo o relatório, nos últimos anos, os gastos com ações de mídia relacionadas ao Programa Nacional de Combate à Dengue cresceram, sem corresponder a uma conseqüente redução no número de casos da doença nos municípios. No ano passado, o Ministério da Saúde aplicou R$ 18,8 milhões em publicidade de utilidade pública para a prevenção da dengue e da malária no país. Para este ano, estão previstos R$ 19,8 milhões, dos quais, 36% (R$ 7,1 milhões), já foram pagos até a última semana (clique aqui para ver tabela). De acordo com o TCU, as campanhas de prevenção têm papel fundamental no controle da doença, que exige efetiva participação dos cidadãos. O problema é que elas não vêm surtindo o efeito esperado, ao menos nas localidades fiscalizadas. “A maior conscientização da população deveria gerar diminuição no número de casos. As ações de mídia têm o objetivo de cooperar nessa conscientização. É responsabilidade da União a coordenação e execução das atividades de informação, educação e comunicação de abrangência nacional”, destaca o relatório. Segundo o TCU, desta vez o foco da auditoria foi na execução e operacionalização do programa, dadas as dificuldades de se fiscalizar detalhadamente a utilização dos recursos repassados às localidades. Isso porque o grosso da verba federal recebida por estados e municípios para o combate à dengue está incluído no Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), que engloba além da dengue, uma série de ações relativas ao combate a outras patologias. Dada a descentralização de recursos, tais repasses não pressupõem prestação de contas, o que dificulta ainda mais a transparência e a fiscalização das aplicações. Enquanto que no ano passado o governo federal repassou R$ 772,8 milhões para governo estaduais e prefeituras, por meio do Teto, a expectativa é de que R$ 821,5 milhões sejam aplicados nas ações locais voltadas para a saúde em 2007. O Ministério da Saúde estima que 70% desse dinheiro seja destinado exclusivamente a ações de prevenção e controle da dengue. No entanto, tudo depende do empenho e da boa vontade política de cada localidade em erradicar a doença. Diante dos resultados, o TCU recomendou ao Ministério da Saúde, às secretarias estaduais de Saúde nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí e Tocantins e à secretaria de Saúde do município de Campo Grande que criem maior integração entre os níveis de governo, aperfeiçoem os sistemas informatizados para levantamento de dados e melhorem a qualidade dos trabalhos realizados pelos agentes de saúde. Além disso, também orientou a Secretaria de Vigilância em Saúde a remodelar sua atuação de maneira a dar atenção prioritária à fiscalização do trabalho desenvolvido por estados e municípios no âmbito do Programa Nacional de Controle da Dengue. Mariana Braga Do Contas Abertas | ||||
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Pagamento Retroativo do Adicional de Insalubridade

A Verdade Sobre a ADIN 2135
O Supremo Tribunal Federal negou a concessão de liminar á época. Agora o que será analisado é o mérito da matéria. Em resumo, alega estes Partidos Políticos, que o Congresso Nacional teria descumprido o §2 do art. 60 da Constituição Federal que estabelece: A proposta de Emenda a Constituição será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros. Sendo que no caso em questão ex -Deputado Federal e Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim relator da Reforma na Câmara declarou que não submeteu o texto a um dos turnos de votação na Câmara, o que gerou um vício de formalidade.
O julgamento neste momento encontra-se interrompido pelo pedido de vistas do Ministro do Supremo Tribunal Federal Cesar Peluso. Conforme informações da mais alta Corte de Justiça País, já há uma linha de pensamento majoritária, no sentido de que volte a existir apenas um único regime jurídico para os servidores da administração pública, este, obviamente será o Regime Jurídico único.
Este entendimento, também é o do Governo Lula vejamos quando do Veto Presidencial de parte da Lei de N.º 11.182 - DE 27 DE SETEMBRO DE 2005 - DOU DE 28/9/2005, no caso em questão, o Presidente veta a Criação de Emprego Público no âmbito da ANAC, pelo fato de ter sido publicado no Boletim Informativo do STF os votos proferidos no sentido da inconstitucionalidade da EC 19/98.
O nosso sindicato já iniciou o processo de debate com o Governo Federal sobre as consequências da declaração de inconstitucionalidade da EC 19/1998 para a nossa categoria.
A posição do Governo deve seguir a linha do Presidente da República que reconhece que deve existir apenas um regime jurídico para os servidores na administração pública. No nosso caso, não temos dúvida que já fomos amparados pela EC. 51/2006, que diz :_ caberá a Lei Federal dispor sobre o Regime no qual deverão ser enquadrados os agentes de combate as endemias e agentes de saúde pública. Na ocasião do enquadramento optou o governo por vários motivos pelo emprego público, com advento da eventual declaração de inconstitucionalidade da norma, restará apenas o RJU, logo não se tem dúvida que será devido por parte do Governo a imediata transformações dos empregos em cargos públicos, o que lembramos já ter ocorrido, quando da implementação do Regime Jurídico Único, Lei 8112/1990.
O nosso sindicato seguirá acreditando que o melhor regime jurídico para administração pública federal é o Regime Jurídico, criado por força da Lei de N.°8.112/90.
CAMPANHA SALARIAL 2007
As discussões que ocorrem no interior do Governo neste momento são as seguintes, o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo entende que deve ser criada uma politica salarial para a nossa categoria, que tenha como parâmetro as diretrizes das medidas já adotadas para o funcionalismo federal. Com isso iniciou-se o processo de cálculo de índice para a concessão do nosso reajuste salarial.
O processo de debate interno do Governo, inclusive, que serve para balizar os cálculos, segundo a Secretaria de Recursos Humanos leva em consideração basicamente duas situações, sendo as seguintes:_ Equiparação salarial dos nossos salários com os demais servidores da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho ou a adoção da mesma politica salarial adotada para os empregados públicos do Hospital das Forças Armadas(HFA).
Diante da situação ora colocada ficou acertado que o Governo Federal deverá apresentar a proposta formal de reajuste salarial para que esta possa ser debatida pela categoria em assembléia, para que a mesma possa verificar ser esta política salarial contempla ou não os nossos interesses.
LULA JÁ DEU SINAL POSITIVO PARA A NEGOCIAÇÃO
Após o Lançamento da Campanha Salarial o nosso sindicato o SINTSAÚDE RJ realizou diversos atos públicos, sempre contando com a presença da categoria. O que mais destacou-se nesta mobilização foi o entendimento da categoria sobre a necessidade de manter-se organizada, pois todos nós sabemos que só a mobilização abre espaço para boas negociações entre o Governo e os trabalhadores.
No dia 10 de abril de 2007, o nosso sindicato dando sequência a luta para garantir o sucesso da nossa Campanha Salarial, esteve na atividade de lançamento do Programa “Levanta Âncoras Brasil”, ocasião em que Presidente Lula assinou contrato com diversos estaleiros fluminenses objetivando a retomada do desenvolvimento da industria naval, como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na oportunidade entregamos documento ao Presidente da República solicitando que fosse concedido reajuste para os empregados públicos da FUNASA, uma vez que até a presente data os demais setores do serviço público federal já foram beneficiados pela política de remuneração salarial do Governo Federal, só faltando até então conceder reajuste para a nossa categoria.
O Presidente Lula encaminhou a nossa solicitação para o MPOG, logo podemos afirmar que a nossa Campanha Salarial tem tudo para alcançar um bom resultado para tal precisamos aumentar a nossa mobilização a fim de garantir que o reajuste salarial seja concedido o quanto antes.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Veja na página do MPOG tramitação do pedido de reajuste salarial
SINTSAÚDE participa de Encontro Nacional do PSF da CNTSS/CUT
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Força Tarefa do PAN
Presidência da República encaminha pedido de reajuste salarial

Esta semana o SINTSAÚDE participará das atividades realizadas pela Central Única dos Trabalhadores-CUT, em Brasília. Durante estas atividades a CNTSS/CUT estará pautando juntamente com o nosso sindicato nas audiências com o Governo a necessidade deste atender as nossas reivindicações.
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Presidência da FUNASA:Afirma auxílios tem que ser mantidos
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Pagamento da Diferença de Insalubridade já consta na prévia
CAPSAÚDE
Assembléia Geral da Categoria
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Lula determina reintegração dos demitidos do Governo Collor
domingo, 8 de abril de 2007
ADIN 2135: Objetiva declarar inconstitucional o fim da unicidade de regime
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Deputado Federal Filipi Pereira não incluiu a nossa categoria nos 47,11%
Marcos Mufarreg reassume a Coordenação Regional da FUNASA
Proposta de isenção de mensalidade é aceita pelo Presidente da CAPSAÚDE
segunda-feira, 2 de abril de 2007
CAPSAÚDE: Orientação é pagar somente um boleto bancário
domingo, 1 de abril de 2007
Nova assembléia já foi agendada
Campanha Salarial 2007
Agendada reunião com a CAPSAÚDE em Duque de Caxias
terça-feira, 27 de março de 2007
SINTSAÚDE pede restabelecimento do pagamento do auxílio pré escolar


sexta-feira, 23 de março de 2007
Contracheque de março já foi disponibilizado
quinta-feira, 22 de março de 2007
Confirmado o pagamento da insalubridade este mês
SINTSAÚDE realiza reunião com a CAPSAÚDE
domingo, 18 de março de 2007
Adicional de Insalubridade
CAPSAÚDE: Atendimento já foi disponibilizado
segunda-feira, 12 de março de 2007
sábado, 10 de março de 2007
quarta-feira, 7 de março de 2007
Insalubridade será paga sobre o salário profissional
terça-feira, 6 de março de 2007
Lula no Rio de Janeiro II
segunda-feira, 5 de março de 2007
Audiência na SVS
Na última sexta-feira, 02 de março de 2007, o SINTSAÚDE foi recebido em audiência pelo Secretário de Vigilância em Saúde Fabiano Pimenta em Brasília, conforme já foi informado pelo nosso blog.
A audiência foi iniciada com a fala do Dr. Fabiano Pimenta dizendo que o Ministro da Saúde gostaria de contar com a nossa colaboração, pois existe um risco real de ocorrer uma epidemia de dengue no Estado do Rio de Janeiro.
Em seguida os representantes do Sindicato disseram que os trabalhadores jamais se negaram a trabalhar, entretanto, gostariam que seus direitos fossem assegurados, ou seja, são servidores do Governo Federal, caso este decida os ceder para outras esferas de governo, deveriam publicar portaria para tal.
Outro aspecto que foi abordado foi a falta de condições para o trabalho, tal como a camiseta, que coloca em risco a vida dos trabalhadores, assim como a falta de um crachá decente para que o servidor possa entrar nas casas.
Ainda afirmamos que é um absurdo que até agora oito meses depois da regularização as carteiras de trabalho não foram assinadas, assim como não foi pago o passivo, além do que os trabalhadores foram excluídos do reajuste dos 47,11%.
O Dr. Fabiano Pimenta disse que iria sair na segunda-feira(05/03) a Portaria N.°07, cedendo os nossos trabalhadores ao Município do Rio de Janeiro.
Já com relação aos demais assuntos o Secretário disse que levará ao conhecimento do Ministro Agenor Álvares, bem como, deverá realizar uma audiência com os secretários municipais de saúde, com secretário estadual de saúde e com a direção do nosso sindicato para tentar intermediar a relação entre os agentes e as demais esferas do Governo Federal.
Veja a portaria com a relação nominal dos servidores cedidos ao município do RJ no link abaixo:
Lula no Rio de Janeiro
O nosso sindicato acredita que a negociação é o melhor caminho, ainda mais se tratando do atual governo. Convocamos toda a categoria para participar da atividade....
sexta-feira, 2 de março de 2007
Assembléia do SINTSAÚDE
SINTSAÚDE será recebido em Brasília pela SVS
SINTSAÚDE luta por inclusão dos mata mosquitos na MP.341
O nosso sindicato esteve reunido com o Deputado Federal Filipi Pereira (PSC/RJ) que é o Relator da MP 341 para pedir ao mesmo que em sua relatoria acolha mudança no texto estendendo este reajuste também para os agentes de combate as endemias. O deputado se comprometeu de analisar a matéria a fim de incluir-nos neste reajuste salarial.
No decorrer desta semana também mantivemos contato com o Líder do PT Deputado Luiz Sérgio, que se comprometeu em fazer gestão junto ao executivo para incluir a nossa categoria no reajuste, o deputado disse ainda que se fosse o caso o Governo poderia editar uma nova MP concedendo este reajuste.
Outro deputado que acompanhou as discussões foi Simão Sessim (PP/RJ).
A orientação para categoria é a seguinte: Pedimos que os companheir@s procurem os deputados federais da sua região para cobrar destes que pressione o relator para incluir a nossa emenda no relatório da MP 341/06.
Conheça o texto da emenda proposta pelo SINTSAÚDE RJ :
Emenda a Medida Provisória Nº 341, DE 2006.
Altera as Leis nos 9.657, de 3 de junho de 1998, 10.480, de 2 de julho de 2002, 11.314, de 3 de julho de 2006, 11.344, de 8 de setembro de 2006, 11.355, 11.356, 11.357 e 11.358, de 19 de outubro de 2006, 8.025, de 12 de abril de 1990, e 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e 11.350, de 05 de outubro de 2006 , e dá outras providências.
Emenda Aditiva N.º
Inclua-se aonde couber o seguinte artigo:
“Os reflexos financeiros que aplicar-se-ão aos vencimentos dos servidores da carreira da Seguridade Social e do Trabalho, incidirão na mesma data e em igual percentual nos salários previstos no anexo da Lei de n.º11.350, de 05 de outubro de 2006.”
Justificação
A presente emenda aditiva objetiva a corrigir a disparidade que foi gerada com a edição desta Medida Provisória, quando a mesma não recepcionou no rol dos servidores públicos beneficiados pelo pagamento dos 47,11% os Agentes de Combate as Endemias, que compõe Quadro Complementar da Fundação Nacional de Saúde, criado por força da Lei de N.º 11.350, de 05 de outubro de 2006.
A injustiça fica comprovada quando se verifica que a Fundação Nacional de Saúde tem em Quadro funcional entre outros cargos, os de Agente da Saúde Pública e Guardas de Endemias, cujas atribuições são as mesmas das desempenhadas pelos 5.365 Agentes de Combate as Endemias da Fundação Nacional de Saúde.
Os Agentes de Combate as Endemias, chamados popularmente de mata mosquitos, tiveram a regularização da situação funcional por meio da EC 51, de 14 de fevereiro de 2006, logo é inaceitável o tratamento diferenciado entre servidores de uma mesmo Órgão da Administração Federal, pois o labor deve ser remunerado de forma justa e sempre observando a equidade entre aqueles que realizam o mesmo trabalho.
Logo solicitamos aos nobres pares que incorporem ao texto deste diploma legal a redação proposta a fim de corrigir esta distorção.
Câmara dos Deputados, 01 de março de 2006
Deputado Federal Luiz Sérgio
PT/RJ
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Carteira Funcional
CAPSAÚDE
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Assembléia do SINTSAÚDE RJ discutirá indicativo de paralisação
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Indenização de campo de janeiro
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Contracheque de fevereiro já foi disponibilizado no SIAPENET
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Ato da Campanha Salarial: Isonomia Salarial Já!
Mata mosquitos no PAN
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
CAPSAÚDE
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
FUNASA PAGA INDENIZAÇÃO DE CAMPO
1. Ana Maria Barbosa Monteiro
2. Aramis Heringer Rocha
3. Carmem Lúcia da Silva
4. Célia Regina Ribeiro
5. Cleomar Souza Cutrim
6. Edson da Silva Braga
7. Hudson Tavares Ribeiro
8. Maurileia Carvalho da Silva
9. Mauro Henrique Esteves Abrão
10. Paulo Elias Coelho
11. Sidney Ribeiro Torres
12. Suely Bazaga
13. Telma Leite Montenegro da Silva
14. Vera Lúcia de Lima
15. Valter Cid Henriques Lopes
16. Ware Pauferro de Araujo
17. Antonio José de Oliveira
18. Emersom Ferreira Morgades
19. Vanderlei Moura
20. Ana Luiza Silva
21. Anderson José Torres de Lima
22. André Luiz Meireles Mendes
23. Anselmo Barbosa da Silva
24. Carlos Alberto Cordeiro de Souza
25. Carlos Eduardo Torrentes Medina
26. Carlos Alberto Pinheiro
27. Charles de Souza Alves
28. Cidcrei Ribeiro da Silva
29. Cristiano Antunes Figalo
30. Cristina Siqueira Ferreira
31. Denia Paula Raimundo
32. Denir Alves
33. Dinah Luciana dos Santos
34. Edivanea Dias Clancio Marques da Silva
35. Elisabeth Lessa da Silva
36. Fábio Alexandre Campos Heizer
37. Fátima Regina Carvalho
38. Gilson Luiz de Andrade
39. Jamil Ferraz da Silva
40. Jonilson José da Silva
41. Lenir Palheiro
42. Márcia Antonio
43. Marcio Montenegro da Silva
44. Marcos Aurélio Gomes Cardoso
45. Marcos Xavier da Fonseca
46. Marcos Aurelius da Faria
47. Paulo Roberto de Albuquerque
48. Renato Medeiros da Costa
49. Rogério Delarole de Brito
50. Sandro Gonçalves
51. Sandro Santos Valle
52. Vinicius Barreto Pinheiros
53. Waldemir Gabriel da Silva Filho
54. Wesley Costa da Silva
55. Carlos Alberto Baldez
56. Sergio Ricardo Nogueira Viana
57. Rogério Francisco de Andrade
58. Alex Barbosa Costa
59. Antonio Carlos Cansiani Domingos
60. Elizeu Pereira Chaves
61. João Vicente Costa
62. Joel Leal
63. José Cascardo dos Santos
64. Marcos Oliveira da Silva
65. Marcos Roberto Marreiro Dias
66. Maria da Conceição Batista de Luna
67. Petrônio Valviesse da Motta
68. Waldenir de Aquino Moraes
69. Antônio Plauto de Oliveira Pinto
70. Sergio Soares da Silva
71. Valdeci Rosa da Silva
72. Carlos Alberto Barros da Silva
73. Carlos Henrique de Lucena
74. Francisco Eduardo Diniz de Oliveira
75. Francismar Faria Nascimento
76. Joe Pereira
77. Luiz Antonio Mendonça de Mello
78. Luiz Henrique Pontes de Oliveira
79. Marcos da Silva Peixoto
80. Maria Inês da Silva Pereira
81. Ronald de Figueiredo Rodrigues
82. Augusto da Silva Pessoa
83. Jose Antonio Ferreira Pereira
84. Adélia Francisca Moraes da Silva
85. Cláudio Barreto S. Ferreira
86. Glaucimeiri Fernandes de Moraes
87. Hilda Francisco de Jesus
88. Lucia Cristina Tavares
Total de Beneficiados: 88 Servidores
Os valores foram creditados pela FUNASA através da Ordem Bancária na data de hoje, ás 15:50 horas, momento em que nós estávamos na Sede da Presidência da FUNASA em Brasília-DF.
Obs: Os servidores que eventualmente não tenham recebido os valores referentes a indenização de campo de janeiro/07, favor levar cópia do contracheque nas sedes do SINTSAÚDE RJ.
Lei Federal 11350 regulariza situação dos Agentes Comunitários de Saúde
O tema foi assunto da Audiência Pública que aconteceu dia 11 de outubro, no plenário da Câmara, com a presença na mesa de representantes da categoria, do Sindicato dos Trabalhadores no Combate às Endemias e Saúde Preventiva do Estado do Rio, e do Conselho Municipal de Saúde de Nova Iguaçu. O público presente fez perguntas aos integrantes da mesa. A regulamentação da Lei 11350 no município será objeto de debate entre os vereadores, que apresentarão posteriormente proposta ao prefeito Lindberg Farias.
Fátima Leal de Araújo, a Fatinha, definiu a promulgação da Lei como um sonho. “Parece um sonho realizado em minha vida. Sou agente há quatro anos atuo na Vila Operária, com a prevenção de doenças. Como participantes de, como agora, não temos nem data de pagamento e recebemos R$ 280 líquidos, valor menor que o salário mínimo, e trabalhamos das 8h às 17h”, contou Fatinha, integrante da mesa, aclamada por seus colegas assim que foi chamada.
Diretora do Sindicato, Luiza Dantas afirmou que faltou aos Agentes de Saúde mobilização para demonstrar aos Poderes Executivo e Legislativo que a categoria está pronta para lutar por seus direitos. “Um município que tenha formação democrática e progressista não pode aceitar esse tipo de trabalho”, ressaltou.
José Antônio Conceição, o Saquinho, lembrou do período em que não havia ainda um sindicato. “Dezoito anos depois, encontramos companheiros que têm sua vida marcada pelo trabalho precário, que não têm direito a férias, não pode ficar doente, ganha menos que um salário mínimo, vive em regime de escravidão”, resumiu, sendo muito aplaudido.
De acordo com a Lei, estão isentos de processo seletivo os Agentes Comunitários de Saúde que já foram submetidos as provas e os trabalhadores que não possuem o ensino fundamental completo mas já trabalhavam antes da edição da medida provisória, em 2006. A partir da promulgação da Lei 11350, a contratação temporária ou terceirização de Agentes de Saúde só será permitida caso haja necessidade de combate a endemias.
FUNASA afirma que pagará indenização de campo
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Não a Transferência para o PAN do Rio
O SINTSAÚDE convoca a categoria para participar do Ato Público que realizar-se-á no dia 14 de fevereiro, às 09:00 horas, na Porta da SES, sua México n.º128, Centro do Rio de Janeiro, contra a transferência arbitrária dos servidores da FUNASA para atuar na área do Panamericano do Rio de Janeiro.
A decisão da direção do nosso sindicato tem como principal motivação a cessão forçada dos trabalhadores da Fundação Nacional de Saúde-FUNASA para a Cidade do Rio de Janeiro, a medida além de não resolver o problema da população daquela municipalidade, visto que as áreas que deverão ser trabalhadas são restritas aos locais das atividades esportivas.
Mesmo trabalho, mesmo salário. Nenhum direito a menos.
Protestos na Porta da SES
Local: Rua México N.º128-Centro do Rio
Data:14 de fevereiro, às 09:00 horas
Deputado do Rio de Janeiro é eleito líder do PT na Câmara
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Ato de Lançamento de Campanha Salarial é um Sucesso
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Ação da Indenização de Campo últimos dias
CAPSAÚDE: Sindicato recebe inscrição em sua sede
É importante salientar que os trabalhadores que fizeram as suas inscrições até o dia 28/02, não terão carência... Corra e garanta o direito seu e da sua família.
Veja os documentos necessários:
* Contra Cheque, CPF, Carteira Identidade e comprovante de residência.
Mais uma conquista do SINTSAÚDE RJ!
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Ato de Lançamento da Campanha Salarial
Fichas para inscrição para CAPSAÚDE nas Sedes do SINTSAÚDE
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Nota de Falecimento
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Sindicato entrega pauta da campanha salarial no Ministério da Saúde
No dia de ontem, 23 de janeiro de 2006, o nosso sindicato entregou a Chefe de Gabinete do Ministro da Saúde a pauta da campanha salarial 2007. A Dr.Lourdes Gomes de Almeida disse que o Ministério da Saúde entende que a nossa Campanha é justa e que a reivindicação da categoria será enviada ao Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão(MPOG) Paulo Bernardo.
Todos a luta... Todos ao ato de lançamento da Campanha Salarial 2007, no dia 05 de fevereiro de 2007, Central do Brasil. Ás 10:00 horas.
Mesmo trabalho, mesmo salário.
Nenhum direito a menos,
Incorporação da Indenização de Campo Já!
Trabalho igual, salário igual...
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Confirmado: CAPSAÚDE começa enviar carta no dia de amanhã
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
CAPSAÚDE
Confirmado o pagamento das férias dos anos de 2004 e 2005
Ato de Lançamento da Campanha Salarial 2007
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Assembléia do SINTSAÚDE RJ
Assinatura da Carteira de Trabalho
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
FUNASA começa a pagar férias vencidas
Ação da Diferença da Indenização de Campo
Procuração – com todos os dados (principalmente endereço) (Preencher no Sindicato)
* Cópia da Carteira de Identidade
* Cópia do CPF
* Declaração de Hipossuficiência (Preencher no Sindicato)
* Preencher o resumo do relatório(Preencher no Sindicato)
* Cópia de Dois Contracheques de 1995
* Cópia de Dois Contracheques de 2006 (recentes)
OBS. TIRAR CÓPIAS DOS DOCUMENTOS FRENTE E VERSO NO MESMO LADO, UM DOCUMENTO POR FOLHA. NÃO CORTAR!
ATENÇÃO: NÃO RECEBEREMOS DOCUMENTOS INCOMPLETOS.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Mata mosquitos estarão presentes na Posse de Lula
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
PL 7495/2006 é aprovado na Comissão de Seguridade Social da Câmara
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Parecer do Relator do PL 7495/06 é favoravel a aprovação
Pagamento de férias é uma questão de justiça
Vamos entender o que acontece neste momento:
A direção do SINTSAÚDE já acertou com a Presidência da FUNASA que é devida as férias relativas ao período de setembro de 2003 até o ano de 2006. Uma vez que este período efetivamente foi trabalhado e não vamos abrir mão dos nossos direitos.
As férias do ano de 2006, só poderão ser gozadas por razões obvias no ano de 2007, uma vez que são necessários que sejam trabalhados 12 meses para o exercício do direito de 30 dias de férias e mais 1/3 de adicional, será que eles não sabem disto...
O que a outra entidade anda dizendo por aí é que as férias de 2006 serão pagas proporcionalmente, o que é um absurdo, pois não podemos aceitar que estas pessoas vendam os nossos direitos. O que eles querem na realidade é a indenização do período do contrato temporário.
Esqueceram de avisar a esta gente que o fato de pagar o proporcional de férias a titulo de acerto de contas, como indenização dos últimos meses do contrato temporário, significará que nós entramos neste ano no serviço público, ou seja, quando passamos a situação de empregado público, o que não é verdade!
As implicações do que eles vêem tentando fazer são as seguintes:
Fim da possibilidade da discussão com governo federal para recebermos o FGTS retroativo ao ano de 1994, data em que foi realizado o processo seletivo.
Fim da possibilidade de reconhecimento da diferença dos salários, conforme colocado na tabela salarial da Lei de N.º11.350/06, ou seja, como nós fomos enquadrados na tabela no nível 13, temos que buscar entender que ano de 1994, deveríamos receber o primeiro salário da tabela e daí subseqüentemente, até o salário atual... Isto é o reconhecimento do nosso tempo de serviço...
No entendimento desta gente, que já nos acostumamos a chamar de agourentos, não temos direito a nada, eles são da turma do não... Do quanto pior melhor...
Mas vamos provar que não vamos ficar sem a grana das nossas férias não usufruídas referentes aos anos 2003,2004 e 2005.
Não vamos deixar que ninguém tire os nossos direitos... Fora agourentos....
O que eles não sabem é que a nossa categoria quando se mobiliza arranca os seus direitos... As nossas férias serão pagas custe o que custar... Aos trabalhadores que desejarem receber boletim eletronico com informações sobre o pagamento das férias, favor mandar e-mail para o seguinte endereço eletronico: sintsauderj@gmail.com
SINTSAÚDE RJ, 18 anos de luta quem conhece confia!!!
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Audiência no Ministério da Previdência Social acerta inclusão em CAPSAÚDE
Na último dia 07 de dezembro de 2006, a direção do nosso sindicato esteve reunida no Ministério da Previdência Social para tratar da inclusão dos empregados públicos no Plano de Assistência a Saúde -CAPSAÚDE.

Assembléia do SINTSAÚDE RJ
domingo, 3 de dezembro de 2006
SINTSAÚDE realizará assembléia no próximo dia 07/12
SINTSAÚDE: Lista dos 512 foi reduzida a 14 nomes
DEORGELES DIAS CORREA
DEVYLSON DA COSTA CAMPOS
EDIMAR SANTIAGO
INACIO BRAZ RIBEIRO DOS SANTOS
IRANILDA FERREIRA DE ANDRADE
LUCIANO GONCALVES DE LIMA
MARIA CECILIA VICENTE DE BRITO
MILTON DE OLIVEIRA SALLES
SANDRA APARECIDA NEVES GONCALVES DA SILVA
SANDRA MARIA DOS SANTOS NOGUEIRA MENEZES
SIMONE NEVES RIBEIRO COSTA
SONIA MARIA RODRIGUES COUTINHO
WELLINGTON SOARES PEREIRA CESARObs: Os dirigentes do nosso sindicato estarão indo a Brasília no decorrer desta semana para tentar resolver a questão dos companheiros(as) que permaneceram na lista, entretanto, é de fundamental importância que os servidores que estão nesta situação entregue com a máxima urgência os documentos na Sedes do nosso sindicato.
Luta agora é para alterar PL 7495/2006
A nossa luta agora gira em torno de proceder à mudança no texto, para fazer constar às alterações necessárias ao enquadramento dos servidores no Regime Jurídico Único, cabe ainda destacar que para conseguimos o nosso intento teremos que proceder algumas mudanças veja quais são:
· Inserir no texto que o regime dos trabalhadores enquadrados por força da Lei de n.º11.350/06, serão regidos pela Lei de N.º8.112/90, ou seja, o regime jurídico único.
· Mudar o texto para dizer que ficam criados 5365 cargos no Plano de Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, pois no regime jurídico único, os servidores são ocupantes de cargos e não de empregos públicos.Neste caso passaremos a fazer parte desta carreira que é a mesma dos demais servidores da FUNASA.
· É necessário ser dito no texto do PL que seremos enquadrados no nível da tabela salarial da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho que mais se aproxime dos nossos salários, sempre levando em conta que é inconstitucional a redução de salários.
É ainda importante salientar que uma vez que consigamos fazer a alteração no texto, o mesmo terá que ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados e depois no Plenário do Senado Federal, para então ser submetido à sanção presidencial.
Outro aspecto que deve ser observado é o seguinte: A proposta do Autor do Projeto de Lei N.º7495/2006, inclui neste projeto que a responsabilidade de custear a regularização dos Agentes de Combate as endemias e dos agentes comunitários de saúde dos Municpios e Estados é do governo federal, questão que neste momento gera polemica e dificulta a aprovação do PL na Câmara dos Deputados.
Visite os links abaixos e entenda a questão apresentada.
Projeto de Lei de N.º7495/2006
http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=420130
Lei de N.º11.350/06
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11350.htm









